Banca de Defesa - TCC

Chegou ao fim…

Está chegando ao fim! Confesso que foi e está sendo muito difícil. Cheguei a conclusão que é muito difícil por a teoria na prática, mas que sem a teória fica muito difícil praticar.

Se não fosse por esta vivência, talvez a nossa “prática” nem seria colocada em prática. Nosso trabalho foi muito mais que um simples projeto experimental de faculdade. Ele se tornou real, mas tão real que estou aqui agora de cabelo em pé, na frente da minha mesa, tentando solucionar um problema do cliente. Problema este que foge das fronteiras universitárias.

Tanta coisa aconteceu… Mudei de trabalho, tive altas perdas (financeiramente falando) e minha carreira profissional anda passando por uma fase crítica.

Entranto, porém, contudo, tadavia! Eu não poderia estar mais feliz com relação a este projeto. Eu tenho plena certeza que ele renderá bons frutos e que nosso modelo de negócio e metódo poderá ser usada por toda comunidade universitária e profissional.

Nos próximos dias teremos a confirmação da data de nossa banca, e postaremos aqui uma convocação geral, para que todas possam compartilhar este momento conosco…

Viva!

Bruno Chagas

Começar de novo

Após mais de seis meses de trabalho, após desentendimentos e entendimentos, guerra e paz, encontros e desencontros, quatro aniversários (Bruno, Pri, Dezza e Eu) e um funeral (o de Michael Jackson) e a perda de nossa sexta integrante… Parece que nosso trabalho só está começando.

 

A reunião do Bruno com o Otávio foi um verdadeiro sucesso! E nós não vamos mais fazer os produtos somente para o nosso TCC, o material que vamos desenvolver vai sair do meio acadêmico e será utilizado pelo colégio em seu dia-a-dia. Como disse o professor Mário em nossa pré-banca – “vocês não são uma agência fictícia, são uma agência experimental”(adorei ouvir isso!) e a experimentação na prática, começa AGORA.

 

Como já diria o sábio provérbio popular nordestino – “rapadura é doce, mas num é mole não”, estamos muito felizes em poder fazer produtos que serão usados de verdade, nosso prazer em continuar trabalhando é enorme, mas nossa responsabilidade aumenta e muuuuito com isso.

 

Assim como muitos receios permearam nossa caminhada até aqui, muitos outros nos acompanharão, não sabemos o que será de nós em 2010, vamos entrar no mercado? O Belchior vai aparecer? Mas uma coisa é certa, o esforço que nos fez brigar e nos estressar algumas vezes para fazer um trabalho que mereceu nota 09 na pré-banca, será ainda maior para nos fazer conseguir um 10, NOTA 10! Na banca final. Fácil não será, mas possível com certeza é.

 

Mas antes que chegue o doce novembro (Ai Keanu Reeves!) em que devemos estar com tudo pronto, é melhor eu dormir essa noite, pois sei que muitas passarei em claro trabalhando. E o resto do grupo também, óbvio.

 

E que comecem os trabalhos!

 

Maria da Glória Ferreira

Perdemos um soldado!!!

Nada mais triste e desastroso do que perder um membro da tropa em meio à guerra. É como se não fossem apenas dois pares de braços e pernas a menos, mas sim, a abertura de mais uma brecha para o inimigo atacar. Não é exatamente o que aconteceu conosco, a Agência 6, mas foi algo também muito trágico.

 

Ontem, recebemos um e-mail da Andrezza, uma das integrantes do nosso grupo de TCC, anunciando sua saída do curso, e conseqüentemente, do projeto do Colégio SAA. Por motivos que não me cabe anunciar aqui, ela foi obrigada a deixar o curso, e para trás, anos de trabalho e muito esforço. Para todos nós, foi doloroso ler aquele e-mail. A Andrezza, além de ter sido extremamente importante na execução deste projeto até agora, sempre foi uma pessoa muito agradável e simpática. Mas, sem clima de velório. O que importa é o que construímos até aqui, ao lado dela. Sem a Andrezza, uma boa parte deste trabalho não existiria. Ela fará falta em todos os momentos.

 

Seremos então a “Agência 5” agora? Claro que não. Seremos SEMPRE a Agência 6. Apesar da triste saída da Andrezza, tudo o que fizemos até aqui está documentado. A história não pode ser desmentida, pois ela existiu. E foi isso o que fizemos, ao lado dela: história. História de vida, de superação, de vitória, de fracasso, de amizade. História de tudo quanto é tipo. O nome Agência 6 será eternizado, e a essência da formação inicial, com seis pessoas, estará sempre mantida. O nome da Andrezza também.

 

Cabe agora, nós cinco, percorrermos esta longa estrada que está a nossa frente. Partiremos sem algumas bagagens, e não sabemos o que pode surgir nos próximos meses. É por isso que temos de estar preparados para tudo. Fortes para superar a banca final, determinados para concluir tantos detalhes que ainda faltam.

 

Andrezza, fica aqui, em nome da Agência 6, o nosso MUITO OBRIGADO, em reconhecimento à sua atuação como amiga e companheira de trabalho. Desejamos a você muito sucesso nessa vida; muito mesmo. Você tem muita capacidade, e terá ainda inúmeras histórias boas para contar a nós. Além do sucesso, desejamos-lhe, muita sorte. Sorte para que consiga alcançar todos os seus objetivos.

 

Um forte abraço.

 

Gabriela Perez.

Quem vai apagar o selo que há em mim ?

A situação era propícia para um grupo de futuros jornalistas. A agência de comunicação da faculdade estava vazia, e somente ecoavam as vozes da Agência 6 no recinto. Era um palpite aqui, uma crítica ali, um apontamento acolá. Apesar das frequentes incompatibilidades de opiniões entre os membros do grupo, pairava no ar a harmonia. A profusão de assuntos tomava o ambiente; uma mistura de temas acadêmicos , Parada Gay , e alguns babados fortes. Estávamos descontraídos, e nada do universo afora poderia tirar nosso foco dali. Era o que imaginávamos.

 

Enquanto discutíamos sobre a nossa iminente pré-banca, e dividíamos nossas tarefas, recebemos, por telefone , uma notícia que acabou com o nosso clima de empolgação: passou na TV agora que para exercer o Jornalismo não é mais necessário ter diploma. O quê? Como assim, não precisa ter diploma? E o que a gente está fazendo aqui dando o sangue pra conseguir concluir o semestre, e finalmente, se formar? Estamos prestando papel de babacas? E tudo o que eu investi nesses quase quatro anos, não só em dinheiro, mas em tempo, horas de sono e paciência, cadê? O que eu vou fazer com o meu diploma? Enfiá-lo no armário (pra não dizer outra coisa)?

 

O silêncio e a revolta tomaram conta. Era óbvio que isso ia causar uma grande polêmica.O instante foi seguido de muitos xingamentos e brados por justiça. A vontade era de arrancar os cabelos, gritar e contestar a decisão do STF. Mas, o que poderíamos fazer? Éramos somente seis infelizes (ou não necessariamente isso) estudantes de Jornalismo.

 

Putz, eu deveria ter feito administração! Ou se fizesse design teria me dado melhor. Ou senão, informática, redes ou qualquer coisa relacionada. Dizem que dá dinheiro! Agimos por impulso, e por um momento nos bateu o arrependimento. Não sabíamos o que fazer. Trancar o curso em plena reta final seria a maior burrice do mundo. Chorar não ia adiantar de nada. Tirar satisfação com as pessoas que decidiram isso, não ia surtir efeito, já que essa decisão partiu do Supremo, e o próprio nome já impõe sua incontestabilidade.

 

E agora? Devemos continuar essa história, mesmo sabendo que é em vão? Sim, devemos. Como todo brasileiro, não desistimos. Se estamos nesse barco, é porque temos um sonho, e eles não podem ser ofuscados por qualquer coisa que os contrarie. Era melhor ser otimista, ou pelo menos, tentar esquecer o que tínhamos ouvido, pra vivermos, pelo menos ali, um momento de utopia. Afinal, dali a 6 meses seríamos jornalistas com diploma e muito orgulho! Passamos por cima daquilo com o âmago cheio de confiança: mesmo com essa decisão, seremos sempre um diferencial no mercado de trabalho. Temos certeza de que no momento da contratação, as empresas preferirão profissionais formados, e que tenham aprendido técnicas e conceitos na área. E o assunto sobre a pré-banca prosseguiu, normalmente.

 

Qualquer pessoa pode ter afinidade para escrever, se comunicar, ou então, oportunidade de publicar seus textos na mídia, mesmo não tendo estudado Jornalismo. Porém, a diferença mora dentro de nós, jornalistas diplomados: sonhamos com isso, buscamos por isso, investimos a nossa vida, somente nisso. Os outros viram o Jornalismo como algo secundário. Talvez dedicaram a outra face de sua vida à outras coisas, não achando necessário investir (financeiramente ou não) neste curso. Logo que entramos na faculdade, soubemos dessa, até então, não resolvida, questão de ter ou não diploma, mas não foi isso que nos fez abandonar o curso. Se lutamos (classe jornalística) por 40 anos pela profissionalização do JO, é porque acreditávamos e amávamos tudo isso, a ponto de seguir em frente sem pensar nas conseqüências do futuro. O que aconteceu, nos feriu, deixou cicatrizes, mas nada vai poder apagar nosso desejo. Assim como a sabedoria é intocável, nada vai poder destruir o que há dentro de nós: a fé pela profissão.

 

“Fé é o pássaro que sente a luz e canta quando a madrugada é ainda escura” (Rabindranath Tagore, poeta, contista, dramaturgo e crítico indiano).

 

Por Gabriela Perez.

A minha ida…quer dizer, relato de um(a) universitário(a) em desespero no médico

Doutor: Olá minha jovem! O que você tem?

 

Paciente: T.P.TCC.

 

Doutor: ? (cara de não entendi nada)

 

Paciente: T.P.TCC doutor! Tensão pré TCC.

 

Doutor:(altas gargalhadas) E desde quando isso é doença?

 

Paciente: Claro que é! Se não fosse por que causa mal estar?

 

Doutor: (Rindo um pouco menos) Está bem, o que você está sentindo.

 

Paciente: Não consigo mais dormir. Quando tenho algum tempo de sobra estou fazendo, pensando ou revendo textos, idéias, livros.

Não consigo mais comer. Quando vou comer, lembro que tenho alguma coisa do TCC para fazer e então esqueço da comida e quando percebo já estou azul de fome.

 

Doutor: Mas isso é bom. Todos os estudantes, não importa a área, vão passar ou já passaram por isso também, que bom que você está se dedicando ao máximo. Até agora não vi enfermidade.

 

Paciente: Mas doutor, e a sensação de elevador.

 

Doutor: ? (cara de não estou entendendo de novo).

 

Paciente: Ficar sem comer e dormir ainda vai, mas agora que está se aproximando a pré banca, só de pensar nisso, sou acometida por um embrulho estomacal idêntico àquele de quando estamos subindo e descendo no elevador, que me tira o ar e o apetite. Logo depois sinto as pontas dos dedos gelarem, e o coração disparar, junto com uma sensação de suor frio, mas sem suar…

 

Doutor: E então uma sensação de pânico toma conta de você e te dá vontade de sair correndo e gritando, é quando você para e inspira o ar bem devagar na tentativa de se acalmar.

 

Paciente: Éh! Doutor, não aguento mais essas sensações, o senhor precisa me ajudar, o senhor sabe o que eu tenho?

 

Doutor: Loucura mesmo.

 

Paciente O quê?

 

Doutor: Quer dizer… Seu mal não tem cura nem remédio imediato, a solução é esperar dezembro chegar. E enquanto ele não chega, tomar muito chá de camomila, para acalmar os nervos e não arrancar os cabelos, para evitar a calvície.

 

 

 Paciente: Obrigada doutor (com cara de desolação).

 

 

Doutor: De nada. Tenho outra coisa que também pode te ajudar, tome.

 

 

Paciente: Uma barra de chocolate e um cartão de um dermatologista?

 

 

 Doutor: O chocolate é para a tensão, e também porque seu cérebro vai precisar de muita energia na hora de formatar o trabalho nas normas da ABNT, e o dermatologista é para sua pele, que vai precisar muito de um, depois dos quilos de chocolate que você vai comer.

 

 

 Paciente: Mais alguma recomendação?

 

 Doutor: Sorte.

 

 Depois que a paciente sai.

 

 

Doutor: Universitários! Espero que essa tenha sido a última de hoje, porque meu chocolate já acabou.

 

Maria da Glória Ferreira.

O tempo passa, o tempo voa…

É impressionante! Quando não temos nada para fazer, ele para, quando temos muuuito o que fazer, ele corre. O tempo, sempre parece estar fugindo, indo embora, acabando quando mais precisams dele.

Antes de ontem era janeiro, ontem foi fevereiro, quando acordei era março, pisquei e é maio e amanhã será junho, alegre mês de inverno em que completo anos,  festas juninas, quemerses, São João, e pré  banca de TCC. Como assim? Já?

Éh… Ele passa e já passou, olhamos pra trás e para tudo o que foi feito e parece que não fizemos nada, perto do que ainda há para fazer. Só  uma pergunta vem à mente: Dará tempo? Tempo…tempo…tempo…tem…po.

Bom, antes que o tic-tac do relógio me enloqueça e eu pisque novamente e já esteja na apresentação do pré projeto, vamos trabalhar e deixar o Sr. Tempo passar tranquilo. O nervosismo fica por minha conta.

Como já dizia Victor Hugo, “a vida é curta e nós a encurtamos mais desperdiçando tempo” . Bora trabalhar, que o pré projeto vem ai!

E viva São João!

Maria da Glória Ferreira

Falando sobre o cliente

Aula 7:

Nesta aula, demos um feedback mais detalhado para a nossa orientadora sobre a entrevista no Colégio SAA. Além do e-mail do Bruno, contando alguns detalhes, na aula, conversamos sobre:

· Descrição da escola (estrutura, decoração, estilo);
· Tradição: fizemos uma analogia com as escolas europeias e americanas;
· Membros presentes no encontro (hierarquia);
· Perfil da escola em relação à:

- disciplina e resquícios da época da ditadura;
- baseada em um modelo de capitalismo antigo, que é menos agressivo;
- escola com projetos interessantes e muito focada em responsabilidade social e ambiental;

Depois desta etapa , que discutiu o cliente, entramos nos processos de produção do projeto, bem como:

· Criação de um cronograma de pesquisa para a escola, que envolva:

- maior aprofundamento na história do colégio. Para isso, devemos nos organizar o mais breve para buscar na biblioteca do SAA um reforço nesse sentido, pois material talvez tenha sido insuficiente;
- se necessário, questioná-los, via e-mail, sobre os pontos faltantes a fim de completarmos o perfil histórico do cliente;
- buscar mais aspectos para formar o perfil do colégio;

Quando nisso falávamos, entramos na questão dos PRODUTOS.

O vídeo institucional que a escola já tem pronto deve ser estudado nos sentidos: localização e maior abrangência de abordagens, (não delimitar o conteúdo, por exemplo, apenas em eventos).

Sobre os PRODUTOS, de forma geral, a orientadora nos pediu para que déssemos importância para os seguintes tópicos abaixo, no momento da elaboração e aprimoramento dos mesmos:

· Customização;
· Personalização;
· Humanização;
· Tecnologia;

Por fim, comentamos sobre a pré-modelagem do site, que já está sendo estudada e feita pelo Bruno Chagas.
Vale acrescentar que o mesmo não se fez presente nesta orientação por motivos de saúde.

E, para a próxima orientação 24/04, devemos:

· Levar o 1º relatório revisado (atentar-se ao plágio);
· Agendar pesquisa histórica na biblioteca da escola e dividir as tarefas entre os membros do grupo;
· Estruturar pesquisa com alunos e professores (enquete), fazendo sua preparação e devido agendamento na escola.

Que falha!

O 1º encontro com os representantes (Otávio, Getulio e Neli) do Colégio SAA foi um sucesso! A receptividade que recebemos nos deixou a vontade para fazer perguntas sobre a história do SAA e sua posição no mercado.

Fizemos um grande círculo e através de bate-papo foram feito as perguntas. E como bons alunos, nós nos lembramos de gravar a entrevista, mas poucas pessoas do grupo dispõem de gravador de voz, mesmo assim, levamos dois gravadores, sendo um deles MP3.

A conversa fluiu muito bem, mais foi pouco proveitosa. E só me dei conta disso quando fui descrever a entrevista, porque não dava para entender absolutamente nada que ficou gravado, talvez tenha sido o eco do salão nobre do Colégio (onde foi feito a entrevista), ou o nosso esquecimento em orientar os entrevistados a não falarem ao mesmo tempo.

Sendo assim, agora temos que correr atrás do prejuízo e fazer uma pesquisa detalhada e minuciosa em busca de informações referentes ao SAA que nos dê embasamento para continuar o projeto.

Esta falha não podia ter acontecido, mas aconteceu! E nos serve de lição para as próximas entrevistas, lição esta em checar o equipamento, colocá-lo no alcance da voz, orientar o entrevistado…

Como dizem ‘temos que aprender com os nossos erros’. Deste modo continuaremos a fazer o nosso trabalho com muita determinação, continuem acompanhando!

Por Andrezza Maciel

Marketing e Comunicação Empresarial

Após a leitura da bibliografia especializada para instituições de ensino, iniciamos um breve relato do que cada um vivenciou na leitura sugerida.

A fim de esclarecer as principais dúvidas e qual seria o caminho do nosso projeto. Depois de vários devaneios, argumentações, concluímos que apesar de ler tudo sobre marketing institucional, não poderíamos abordar marketing e sim a comunicação integrada entre as várias áreas de comunicação e inclusive marketing.

O desafio do projeto será tratar de comunicação empresarial em instituições sem fazer uso de propagandas, estratégias de marketing  virial ou de guerrilha,  respeitando o objetivo da instituição e todas as ferramentas disponíveis dentro da modalidade de jornalismo empresarial.

Decidimos também que:

- Marketing será abordado como ferramenta complementar à comunicação empresarial;
- A comunicação integrada será tratada como uma saída para integração e interligação entre áreas da instituição;
- Iremos fazer uma comunicação efetiva, tomando todos os cuidados, visto que uma instituição tem como base pregar valores e constituir uma sociedade.